
Poucos ambientes testam uma operação de bebidas como um festival de dez dias que reúne cerca de 800 mil pessoas. No Capital Moto Week, o maior festival de motos e rock da América Latina, realizado na Granja do Torto, em Brasília, o consumo de chopp não se distribui de forma tranquila ao longo do dia. Ele chega em ondas, na virada da noite, quando o show principal termina e boa parte da Cidade da Moto procura um copo ao mesmo tempo.
É nesse tipo de pico que a maioria das operações de bar encontra o próprio limite. E foi justamente nesse cenário que o autosserviço de chopp mostrou o seu valor, sustentando a operação de uma edição para a outra e evoluindo nos indicadores que mais importam.
O Capital Moto Week funciona quase 24 horas por dia ao longo de dez dias. O público chega em massa, o consumo se concentra nas madrugadas e a operação precisa atender milhares de pessoas em janelas curtas, sem transformar o bar em um funil de espera.
Num contexto assim, o modelo tradicional de atendimento esbarra em um teto conhecido. Quanto mais gente chega ao mesmo tempo, maior a fila, e cada minuto parado nela é um minuto em que o público não aproveita o festival nem consome. Resolver isso apenas com mais atendentes seria caro e, dentro do espaço de um bar de evento, quase inviável.
A saída foi retirar o gargalo do caminho e deixar que o próprio público se servisse, direto na torneira, com pagamento imediato. O consumo de chopp no festival rodou em pontos de autosserviço da Mytapp, no Motobar e no Camarote Spaten, onde cada torneira funciona como um ponto de venda independente, sem depender da velocidade de um garçom para operar.
Para o Head de Expansão da Mytapp, Jean Medeiros, o resultado veio da soma entre tecnologia e posicionamento. "O autosserviço fez diferença para além da velocidade. Os pontos estavam em lugares estratégicos, ao lado do Motobar e do Camarote Spaten, com um consumo interessante em todos os dias e destaque para o Motobar, que ficava aberto praticamente 24 horas", conta. Ele reforça o peso da integração entre as equipes: "A Mytapp e a Spaten formaram uma parceria forte, das cores ao guide da marca, com a cenografia e a operação de bebidas em sincronia. É esse trabalho conjunto que faz um projeto desse tamanho dar certo."
Na comparação entre a edição de 2026 e a anterior, o crescimento não veio de um pico isolado nem de sorte. Veio de operação, e os principais indicadores subiram de forma consistente:
O que separa o crescimento real do crescimento inflado está na relação entre esses números. As vendas subiram mais que o volume, sinal de uma operação que atendeu mais pessoas com agilidade, absorvendo a demanda do pico em vez de represá-la na fila.
Um ponto que ajuda a explicar o resultado é a forma como a operação foi desenhada dentro do evento. Em vez de um único formato de bar, o festival trabalhou com dois ambientes distintos, cada um com o seu papel.
O CEO da Mytapp, Mateus Bodanese, descreve essa lógica: "Foram duas oportunidades de consumo diferentes dentro do mesmo evento. O Motobar ficava num ponto de passagem de muita gente, junto a um palco secundário que servia quase como abertura para a arena principal, com uma vazão grande e constante, praticamente 24 horas de operação. E havia também a operação dentro de um camarote, um espaço mais premium, com vista para o palco e serviço de alimentação, que recebeu convidados da Ambev e público de ações da marca." Para ele, ambientes diferentes convergiam para o mesmo propósito: "eficiência e inteligência em cada momento da experiência e do consumo."
Essa divisão tem uma leitura prática. Um mesmo evento reúne perfis de consumo muito diferentes, e tratar todos da mesma forma costuma desperdiçar oportunidade. O ponto de alta vazão pede velocidade; o camarote pede experiência. O autosserviço atendeu aos dois sem que a operação precisasse mudar de tecnologia entre um e outro.
No painel de acompanhamento em tempo real da Mytapp, a eficiência da operação passou de 89,3% na edição anterior para 93,1% em 2026. Em uma operação de chopp, esse índice reflete quanto do produto vira venda de fato, em vez de se perder em espuma, dosagem imprecisa ou desperdício de barril. Melhorar esse número enquanto o volume e o público crescem contraria o que costuma acontecer, já que mais movimento tende a trazer mais descontrole. Aqui, o movimento foi o inverso.
O ganho tem explicação direta no modelo de autosserviço. Como o sistema mede e libera cada mililitro, o desperdício típico do chopp tirado no olho, entre o excesso de espuma e o copo mal servido, praticamente desaparece. Cada dose sai padronizada, e o que seria perda vira produto entregue.
Outro aprendizado da edição 2026 foi a simplificação do catálogo. A operação passou a trabalhar com um mix enxuto de rótulos, concentrando o consumo em poucos produtos de alta saída, no lugar de um catálogo fragmentado.
Numa operação de festival, essa escolha pesa mais do que parece. Menos itens significam menos margem para erro na hora de servir, reposição mais simples e um público que decide mais rápido, o que ajuda a manter o ritmo no pico. É o tipo de decisão que só fica clara quando existe dado para enxergar o que realmente gira.
E dado é o que não falta nesse modelo. Cada torneira gera a própria leitura em tempo real, o que permite acompanhar o consumo por ponto de venda e por horário durante o evento. Para quem organiza uma operação desse porte, isso muda a gestão de patamar: dá para remanejar barris antes que falte, entender o comportamento de consumo ao longo das madrugadas e planejar a edição seguinte a partir do que aconteceu de fato, não de estimativa.
O Capital Moto Week é um teste em condições extremas. Um autosserviço de chopp que dá conta de um festival desse porte, com consumo concentrado nas madrugadas e dez dias seguidos de operação, dá conta de praticamente qualquer evento.
O que o case comprova é que, numa operação de bebidas de grande porte, a tecnologia não é um luxo, e sim o que permite crescer sem perder o controle. Foi ela que sustentou mais volume, mais vendas e mais eficiência ao mesmo tempo, em um dos ambientes mais exigentes que um bar pode enfrentar.
Montar uma operação assim, capaz de absorver picos intensos de público sem virar fila, é o foco do Mytapp FAST, a linha de autosserviço que a Mytapp desenhou para eventos de alta velocidade e grande volume. A Mytapp é a beertech brasileira por trás de mais de 6 mil torneiras inteligentes monitoradas em tempo real, presente em festivais, bares, parques e resorts no Brasil e em mais de dez países.
Se você organiza eventos e quer que a operação de chopp cresça junto com o público, sem fila e sem desperdício, conheça a solução Mytapp para Eventos e Festivais.
Como funciona o autosserviço de chopp em um festival grande como o Capital Moto Week?
O público se serve direto na torneira e paga na hora, por cartão ou pulseira. Cada torneira é um ponto de venda independente, o que permite atender muita gente em paralelo no pico, sem depender da velocidade de atendentes.
O autosserviço aguenta os picos de consumo de um evento de dez dias?
Sim. No Capital Moto Week, com consumo concentrado nas madrugadas e operação quase ininterrupta, o modelo sustentou um aumento de mais de 18% no volume de chopp e de quase 29% no número de vendas em relação à edição anterior.
O autosserviço melhora a eficiência da operação?
Sim. Como o sistema mede e libera cada mililitro, o desperdício diminui de forma significativa. No case do Capital Moto Week, a eficiência operacional passou de 89,3% para 93,1% de uma edição para a outra, mesmo com o evento maior.
Dá para acompanhar o consumo em tempo real durante o evento?
Sim. Cada torneira gera a própria leitura, o que permite acompanhar o volume por ponto de venda e por horário durante o evento, remanejar estoque e planejar as próximas edições com base em dados reais.
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No maior festival de motos e rock da América Latina, com cerca de 800 mil pessoas em dez dias, o autosserviço de chopp acompanhou o crescimento do evento sem perder o controle. Na edição de 2026, o volume servido subiu mais de 18% e o número de vendas cresceu quase 29%, enquanto a eficiência operacional avançou de 89% para 93%. O case mostra como as torneiras inteligentes sustentam a operação de bebidas quando o público chega em ondas.

Na alta temporada, a fila do bar é um dos maiores gargalos de um parque ou resort: o visitante desiste, deixa de aproveitar as atrações e a operação perde venda. O autosserviço de chopp acaba com a espera, reduz a equipe de atendimento em até 80% e corta o desperdício de cerca de 15% para 3%, com dados de consumo em tempo real para a gestão.

No pico de um festival, a fila do bar é onde o faturamento escapa. O autosserviço de chopp acaba com a espera, reduz a equipe de atendimento em até 80% e corta o desperdício de cerca de 15% para 3%. Com dados de consumo em tempo real, a operação decide na hora e vende mais no momento que mais importa.

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