
Localizado em Campos do Jordão, o Acquamotion é um parque aquático indoor voltado para lazer familiar, com grande concentração de público em períodos curtos do dia. Diferente de resorts abertos e distribuídos, o parque opera com picos intensos de demanda, especialmente em áreas de piscinas e descanso.
Nesse cenário, bares tradicionais tendem a se tornar gargalos rapidamente: filas crescem, a experiência se deteriora e parte do consumo simplesmente deixa de acontecer.
Antes da adoção do autosserviço, a operação enfrentava desafios comuns a parques aquáticos:
Em parques, cada minuto de espera reduz tempo de lazer e impacta diretamente a percepção do visitante.
A estratégia adotada foi clara: levar o consumo até o cliente, em vez de concentrá-lo em poucos bares fixos.
A myTapp foi implementada com estações móveis de autosserviço, permitindo:
O modelo reduziu a distância entre o cliente e o consumo, aumentando a conversão sem aumentar complexidade.
As estações móveis foram posicionadas estrategicamente em áreas de alta circulação e permanência. O fluxo de uso é simples:
A operação se mantém estável mesmo em horários de pico, com servida média entre 20 e 30 segundos por copo.
Mesmo com estrutura compacta, os números mostram impacto relevante:
O autosserviço deixou de ser apenas conveniência e passou a ser alavanca de faturamento distribuído.
Para o público, os ganhos são claros:
Em parques aquáticos, eficiência não é percebida como apenas tecnologia, é percebida como mais lazer.
Do ponto de vista da operação, o modelo trouxe vantagens estratégicas:
As estações funcionam como PDVs inteligentes, adaptáveis à dinâmica do parque.
O case do Acquamotion deixa aprendizados claros para decisores:
Em parques aquáticos, crescer exige flexibilidade.
Autosserviço funciona em ambientes molhados?
Sim. As estações são projetadas para operar com segurança em áreas aquáticas.
É possível mover os pontos conforme o fluxo?
Sim. A mobilidade é um dos principais diferenciais do modelo.
Reduz a necessidade de equipe?
Sim. Especialmente em pontos de consumo rápido.
O sistema aguenta picos de demanda?
Sim. A servida padronizada mantém fluxo constante.
Ajuda a aumentar faturamento?
Sim. Ao capturar consumo que antes se perdia em filas.
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Durante a Copa do Mundo, bares operam sob uma das maiores pressões de demanda do calendário. Em poucas horas, o volume de pedidos pode multiplicar, exigindo velocidade, controle e uma experiência sem filas. Com automação, é possível reduzir gargalos, aumentar o giro por atendimento e capturar mais receita em cada jogo.

A expansão em eventos depende de reduzir filas, aumentar a velocidade de atendimento e manter controle em ambientes de alta demanda. Operações que utilizam sistemas distribuídos e integrados conseguem ampliar pontos de venda sem aumentar a complexidade operacional. O uso de soluções como o myTapp Duo permite escalar atendimento com consistência, previsibilidade e impacto direto na receita por hora.

A rotatividade de equipes impacta diretamente custo, eficiência e experiência do cliente em operações intensivas. Modelos baseados em autosserviço reduzem a dependência de mão de obra em tarefas repetitivas, diminuindo exposição ao turnover. Na prática, isso se traduz em ganhos de produtividade e redução média de até 10% nos custos operacionais.

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