
A Festa do Peão de Barretos é reconhecida em todo o Brasil, reunindo mais de 60 mil pessoas por dia em um ambiente de consumo intenso, múltiplos pontos de venda e longas jornadas operacionais.
Nesse cenário, o bar deixa de ser apenas um serviço de apoio e se torna um dos principais gargalos da experiência do público, e também um dos maiores riscos operacionais do evento.
Antes da adoção do autosserviço, a operação enfrentava desafios típicos de grandes eventos:
Em um evento dessa dimensão, pequenas ineficiências se multiplicam rapidamente.
A myTapp trouxe a solução ideal para assumir o papel de infraestrutura de bar, não apenas de tecnologia complementar.
Com beer walls de autosserviço, o sistema permitiu:
O foco não estava apenas em ativação de marca, mas em funcionar com previsibilidade, mesmo sob pressão máxima.
A diferença entre os modelos ficou evidente na prática:
Operação tradicional
Autosserviço myTapp
O resultado foi um bar capaz de acompanhar o ritmo do evento, sem colapsar nos momentos de maior demanda.
Para o público, o impacto foi imediato:
Em eventos desse porte, melhorar a experiência não significa apenas criar algo novo, mas eliminar atritos. Durante o evento, foram servidos mais de 12 mil litros de chope, sem formação de filas relevantes e com fluxo constante mesmo nos picos de público.
Do ponto de vista da produção e da gestão do evento, os ganhos foram claros:
O autosserviço passou a funcionar como um sistema de controle distribuído, essencial para eventos de grande escala.
O case da Festa do Peão de Barretos deixa aprendizados importantes:
Em grandes eventos, eficiência é parte da experiência, mesmo quando o público não percebe conscientemente.
Autosserviço funciona em eventos com público massivo?
Sim. O modelo foi projetado justamente para lidar com picos de demanda.
É possível operar com equipes menores?
Sim. O autosserviço reduz a necessidade de grandes times exclusivamente no bar.
O sistema aguenta longos períodos de operação?
Sim. A solução foi aplicada em eventos de múltiplos dias e alta intensidade.
O público entende como usar?
Sim. A experiência é intuitiva, mesmo para quem nunca usou antes.
Funciona apenas para open bar?
Não. Pode ser aplicado em modelos pagos ou híbridos.
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Conteúdos selecionados para aprofundar temas como autosserviço, experiência do cliente e eficiência operacional, com aprendizados práticos para quem toma decisões e acompanha a evolução do mercado.
Durante a Copa do Mundo, bares operam sob uma das maiores pressões de demanda do calendário. Em poucas horas, o volume de pedidos pode multiplicar, exigindo velocidade, controle e uma experiência sem filas. Com automação, é possível reduzir gargalos, aumentar o giro por atendimento e capturar mais receita em cada jogo.

A expansão em eventos depende de reduzir filas, aumentar a velocidade de atendimento e manter controle em ambientes de alta demanda. Operações que utilizam sistemas distribuídos e integrados conseguem ampliar pontos de venda sem aumentar a complexidade operacional. O uso de soluções como o myTapp Duo permite escalar atendimento com consistência, previsibilidade e impacto direto na receita por hora.

A rotatividade de equipes impacta diretamente custo, eficiência e experiência do cliente em operações intensivas. Modelos baseados em autosserviço reduzem a dependência de mão de obra em tarefas repetitivas, diminuindo exposição ao turnover. Na prática, isso se traduz em ganhos de produtividade e redução média de até 10% nos custos operacionais.

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